Resumo
Há várias possibilidades de usar o sistema Linux para estabelecer comunicação com outros computadores, telefones celulares ou dispositivos periféricos. A WLAN (wireless LAN - LAN sem fio) pode ser usada para colocar laptops em rede. O bluetooth pode ser usado para conectar componentes individuais do sistema (mouse, teclado), dispositivos periféricos, telefones celulares, PDAs e computadores individuais uns com os outros. O IrDA é mais usado para comunicação com PDAs ou telefones celulares. Este capítulo introduz todas as três tecnologias e sua configuração.
As LANs sem fio tornaram-se um aspecto indispensável da computação móvel. Atualmente, a maioria dos laptops tem placas WLAN embutidas. O padrão 802.11 para a comunicação sem fio de placas WLAN foi preparado pela organização IEEE. Originalmente, este padrão forneceu uma taxa de transmissão máxima de 2 MBit/s. Entretanto, vários suplementos foram adicionados para aumentar a taxa de dados. Esses suplementos definem detalhes como a modulação, saída de transmissão e taxas de transmissão:
Tabela 22.1. Visão geral de vários padrões WLAN
Nome | Banda (GHz) | Taxa de transmissão máxima (MBit/s) | Nota |
|---|---|---|---|
802.11 | 2.4 | 2 | Desatualizado; praticamente nenhum dispositivo final disponível |
802.11b | 2.4 | 11 | Comum |
802.11a | 5 | 54 | Menos comum |
802.11g | 2.4 | 54 | Compatibilidade retroativa com 11b |
Além disso, existem padrões patenteados, como a variação 802.11b da Texas Instruments com uma taxa de transmissão máxima de 22 MBit/s (às vezes conhecida como 802.11b+). Porém, a popularidade de placas que utilizam este padrão é limitada.
Placas 802.11 não são suportadas pelo SUSE Linux. A maioria das placas que utilizam 802.11a, 802.11b e 802.11g é suportada. Placas novas normalmente são compatíveis com o padrão 802.11g, mas as placas que utilizam o 802.11b ainda estão disponíveis. Normalmente, placas com os seguintes chips são suportadas:
Aironet 4500, 4800
Atheros 5210, 5211, 5212
Atmel at76c502, at76c503, at76c504, at76c506
Intel PRO/Wireless 2100, 2200BG, 2915ABG
Intersil Prism2/2.5/3
Intersil PrismGT
Lucent/Agere Hermes
Ralink RT2400, RT2500
Texas Instruments ACX100, ACX111
ZyDAS zd1201
Várias placas antigas que raramente são usadas e que não estão mais disponíveis também são suportadas. Uma ampla lista de placas WLAN e os chips que elas utilizam está disponível no site da Web da AbsoluteValue Systems no endereço http://www.linux-wlan.org/docs/wlan_adapters.html.gz. http://wiki.uni-konstanz.de/wiki/bin/view/Wireless/ListeChipsatz oferece uma visão geral de vários chips WLAN.
Algumas placas precisam de uma imagem de firmware que deve ser carregada na placa quando o driver é inicializado. Isto acontece com o Intersil PrismGT, Atmel e TI ACX100 e ACX111. O firmware pode ser facilmente instalado com a Atualização Online YaST. O firmware para placas Intel PRO/Wireless é fornecido com o SUSE Linux e é instalado automaticamente pelo YaST assim que uma placa desse tipo é detectada. Mais informações sobre esse assunto estão disponíveis no sistema instalado em /usr/share/doc/packages/wireless-tools/README.firmware.
Placas sem o suporte nativo do Linux podem ser usadas com a execução do aplicativo ndiswrapper. O ndiswrapper utiliza os drivers do Windows que são fornecidos junto com a maioria das placas WLAN. É possível encontrar uma descrição do ndiswrapper em /usr/share/doc/packages/ndiswrapper/README.SUSE quando o pacote ndiswrapper é instalado. Para obter informações mais detalhadas sobre ndiswrapper, consulte o site da Web do projeto em http://ndiswrapper.sourceforge.net/support.html.
Nas redes sem fio, várias técnicas e configurações são usadas para assegurar conexões rápidas, seguras e com alta qualidade. Tipos operacionais diferentes adaptam-se a configurações diferentes. Pode ser difícil escolher o método de autenticação correto. Os métodos de criptografia disponíveis possuem diferentes vantagens e armadilhas.
Basicamente, as redes sem fio podem ser classificadas como redes gerenciadas e redes ad-hoc. As redes gerenciadas possuem um elemento de gerenciamento: o ponto de acesso. Neste modo (também conhecido como modo de infra-estrutura), todas as conexões das estações WLAN na rede passam pelo ponto de acesso, que também pode servir como uma conexão para uma ethernet. Redes ad-hoc não possuem um ponto de acesso. As estações se comunicam diretamente umas com as outras. A faixa de transmissão e o número de estações participantes são muito limitados nas redes ad-hoc. Portanto, um ponto de acesso normalmente é mais eficiente. É até mesmo possível usar uma placa WLAN como um ponto de acesso. A maioria das placas suporta esta funcionalidade.
Como uma rede sem fio é muito mais fácil de interceptar e comprometer do que uma rede com fio, os vários padrões incluem métodos de autenticação e criptografia. Na versão original do padrão IEEE 802.11, esses métodos são descritos sob o termo WEP. Porém, como foi provado que o WEP não é seguro (consulte a Seção 22.1.5.2, “Segurança”), a indústria WLAN (reunida sob o nome Wi-Fi Alliance) definiu uma nova extensão, chamada WPA, que supostamente elimina os pontos fracos do WEP. O padrão IEEE 802.11i posterior (também conhecido como WPA2, porque o WPA é baseado em uma versão de rascunho do 802.11i) inclui o WPA e alguns outros métodos de autenticação e criptografia.
Para garantir que apenas as estações autorizadas possam se conectar, vários mecanismos de autenticação são usados em redes gerenciadas:
Um sistema aberto é um sistema que não precisa de autenticação. Qualquer estação pode se juntar à rede. Contudo, a criptografia WEP (consulte a Seção 22.1.2.3, “Criptografia”) pode ser usada.
Neste procedimento, a chave WEP é usada para autenticação. Porém, este procedimento não é recomendado, porque torna a chave WEP mais suscetível a ataques. Tudo o que um invasor precisa fazer é escutar durante tempo suficiente a comunicação entre a estação e o ponto de acesso. Durante o processo de autenticação, ambos os lados trocam as mesmas informações, uma vez de forma criptografada e outra de forma não criptografada. Isso possibilita a reconstrução da chave com as ferramentas adequadas. Como esse método utiliza a chave WEP para a autenticação e para a criptografia, ele não melhora a segurança da rede. Uma estação com a chave WEP correta pode ser autenticada, criptografada e descriptografada. Uma estação que não tem a chave não pode descriptografar os pacotes recebidos. Da mesma maneira, ela não pode se comunicar, mesmo que tenha que se autenticar.
O WPA-PSK (PSK corresponde a preshared key - chave pré-compartilhada) funciona de maneira semelhante ao procedimento Chave compartilhada. Todas as estações participantes, assim como o ponto de acesso, precisam da mesma chave. A chave tem 256 bits de tamanho e normalmente é digitada como uma frase secreta. Este sistema não precisa de um gerenciamento de chave complexo como o WPA-EAP e é mais adequado para uso privado. Portanto, o WPA-PSK é às vezes conhecido como WPA “Home”.
Na verdade, o WPA-EAP não é um sistema de autenticação, e sim um protocolo para transporte de informações de autenticação. O WPA-EAP é usado para proteger redes sem fio em empresas. Em redes privadas, ele é raramente usado. Por este motivo, o WPA-EAP é às vezes conhecido como WPA “Enterprise”.
O WPA-EAP precisa de um servidor Radius para autenticar os usuários. O EAP oferece três métodos diferentes de conexão e autenticação no servidor: TLS (Transport Layer Security), TTLS (Tunneled Transport Layer Security) e PEAP (Protected Extensible Authentication Protocol). Em resumo, essas opções funcionam da seguinte maneira:
A autenticação TLS utiliza a troca mútua de certificados para servidor e cliente. Primeiro, o servidor apresenta o seu certificado para o cliente, onde ele é avaliado. Se o certificado for considerado válido, o cliente, por sua vez, apresenta o seu certificado para o servidor. Embora o TLS seja seguro, ele exige uma infra-estrutura de gerenciamento de certificação que funcione em sua rede. Esta infra-estrutura é raramente encontrada em redes particulares.
Os protocolos TTLS e PEAP são protocolos de dois estágios. No primeiro estágio, a segurança é estabelecida e, no segundo, os dados de autenticação do cliente são trocados. Eles exigem muito menos overhead de gerenciamento de certificação do que o TLS, se houver.
Existem vários métodos de criptografia para assegurar que pessoas não autorizadas não possam ler os pacotes de dados que são trocados em uma rede sem fio nem obter acesso à rede:
Este padrão utiliza o algoritmo de criptografia RC4, originalmente com um tamanho de chave de 40 bits, posteriormente também com 104 bits. Muitas vezes, o tamanho é declarado como 64 bits ou 128 bits, dependendo da inclusão ou não dos 24 bits do vetor de inicialização. Porém, este padrão possui algumas fraquezas. Os ataques contra as chaves geradas por este sistema podem ser bem-sucedidos. Contudo, é melhor usar o WEP do que não criptografar a rede de nenhuma maneira.
Este protocolo de gerenciamento de chave definido no padrão WPA utiliza o mesmo algoritmo de criptografia do WEP, mas elimina sua fraqueza. Como uma nova chave é gerada para cada pacote de dados, os ataques contra essas chaves são em vão. O TKIP é usado junto com o WPA-PSK.
O CCMP descreve o gerenciamento de chave. Normalmente, ele é usado na conexão com o WPA-EAP, mas também pode ser usado com o WPA-PSK. A criptografia acontece de acordo com o AES e é mais forte do que a criptografia RC4 do padrão WEP.
Para configurar uma placa de rede sem fio, inicio o módulo do YaST. Em , selecione o tipo de dispositivo e clique em . Em , exibido na Figura 22.1, “YaST Configurando a placa de rede sem fio”, defina as configurações básicas para a operação da WLAN:
Uma estação pode ser integrada em uma WLAN de três modos diferentes. O modo mais adequado depende da rede na qual deve ocorrer a comunicação: (rede não-hierárquica sem ponto de acesso), (a rede é gerenciada por um ponto de acesso) ou (sua placa de rede deve ser usada como o ponto de acesso). Para usar qualquer um dos modos WPA-PSK ou WPA-EAP, o modo de funcionamento deverá ser definido como .
Todas as estações em uma rede sem fio precisam do mesmo ESSID para se comunicar umas com as outras. Se nenhuma opção for especificada, a placa selecionará automaticamente um ponto de acesso, que pode não ser o desejado.
Selecione um método de autenticação adequado para a sua rede: , , ou . Se você selecionar a autenticação WPA, um nome de rede deverá ser definido.
Este botão abre uma caixa de diálogo com as configurações detalhadas da sua conexão WLAN. Uma descrição detalhada desta caixa de diálogo será fornecida posteriormente.
Após serem completadas as configurações básicas, a sua estação estará pronta para a distribuição na WLAN.
![]() | Segurança em redes sem fio |
|---|---|
Certifique-se de usar um dos métodos de autenticação e criptografia suportados para proteger o tráfego da rede. As conexões de WLAN não criptografadas permitem que terceiros interceptem todos os dados da rede. Mesmo uma criptografia mais fraca (WEP) é melhor do que nenhuma. Consulte a Seção 22.1.2.3, “Criptografia” e a Seção 22.1.5.2, “Segurança” para obter mais informações. | |
Dependendo do método de autenticação selecionado, o YaST solicita que você faça um ajuste fino das configurações em outra caixa de diálogo. Para a opção , não há nada para definir, porque essa configuração implementa operações não criptografadas sem autenticação.
Defina um tipo de entrada de chave. Selecione dentre , ou . É possível manter até quatro chaves diferentes para criptografar os dados transmitidos. Clique em para informar a caixa de diálogo de configuração de chave. Defina o tamanho da chave: ou . A configuração padrão é . Na área de listas na parte inferior da caixa de diálogo, até quatro chaves diferentes podem ser especificadas para serem usadas pela sua estação para a criptografia. Pressione para definir uma delas como a chave padrão. A não ser que você mude a opção, o YaST utiliza a primeira chave informada como a chave padrão. Se a chave padrão for apagada, uma das outras chaves deverá ser marcada manualmente como a chave padrão. Clique em para modificar as entradas de lista existentes ou criar novas chaves. Neste caso, uma janela pop-up solicita que você selecione um tipo de entrada (, ou ). Se você selecionar , digite uma palavra ou string de caractere da qual uma chave é gerada de acordo com o tamanho especificado anteriormente. O exige uma entrada de 5 caracteres para uma chave de 64 bits e 13 caracteres para uma chave de 128 bits. Para a opção , digite 10 caracteres para uma chave de 64 bits ou 26 caracteres para uma chave de 128 bits em notação hexadecimal.
Para digitar uma chave para WPA-PSK, selecione o método de entrada ou . No modo , a entrada deve ser de 8 a 63 caracteres. No modo , digite 64 caracteres.
Digite as credenciais fornecidas pelo seu administrador de rede. Para TLS, forneça o e o . TTLS e PEAP exigem e . O é opcional. O YaST procura algum certificado em /etc/cert, então grave os certificados dados a você neste local e restrinja o acesso a esses arquivos a 0600 (leitura e gravação do proprietário).
Clique em para sair da caixa de diálogo para a configuração básica da conexão WLAN e informe a configuração de usuário avançado. As seguintes opções estão disponíveis nesta caixa de diálogo:
A especificação de um canal no qual a estação WLAN deve funcionar é necessária somente nos modos e . No modo , a placa pesquisa automaticamente os canais disponíveis para pontos de acesso. No modo , selecione um dos 12 canais oferecidos para a comunicação da sua estação com as outras estações. No modo , determine em qual canal a sua placa deve oferecer funcionalidade de ponto de acesso. A configuração padrão para esta opção é .
Dependendo do desempenho da sua rede, você pode definir uma determinada taxa de bits para a transmissão de um ponto para outro. Na configuração padrão , o sistema tenta usar a taxa de transmissão de dados mais alta possível. Algumas placas WLAN não suportam a configuração da taxa de bits.
Em um ambiente com vários pontos de acesso, um deles pode ser pré-selecionado especificando-se o endereço MAC.
Quando você estiver em trânsito, use as tecnologias de gerenciamento de energia para maximizar o tempo de funcionamento da bateria. Mais informações sobre o gerenciamento de energia estão disponíveis no Capítulo 21, Gerenciamento de energia.
O hostap (pacote hostap) é usado para executar uma placa WLAN como um ponto de acesso. Mais informações sobre este pacote estão disponíveis na home page do projeto (http://hostap.epitest.fi/).
O kismet (pacote kismet) é uma ferramenta de diagnóstico de rede com a qual é possível escutar o tráfego de pacote WLAN. Desta forma, você também pode detectar quaisquer tentativas de invasão na rede. Mais informações estão disponíveis em http://www.kismetwireless.net/ e na página do manual.
Essas dicas podem ajudar a ajustar a velocidade e a estabilidade, assim como os aspectos de segurança da sua WLAN.
O desempenho e a confiabilidade de uma rede sem fio dependem principalmente do fato de as estações participantes receberem ou não um sinal claro das outras estações. Obstruções como paredes podem enfraquecer grandemente o sinal. Quanto menor a força do sinal, mais lenta fica a transmissão. Durante a operação, verifique a força do sinal com o utilitário iwconfig na linha de comando (campo Qualidade do Link) ou com o KInternet no KDE. Se tiver problemas com a qualidade do sinal, tente configurar os dispositivos em outro lugar ou ajuste a posição das antenas do seu ponto de acesso. Antenas auxiliares que melhoram substancialmente a recepção estão disponíveis para várias placas PCMCIA WLAN. A taxa especificada pelo fabricante, como 54 MBit/s, é um valor nominal que representa o máximo teórico. Na prática, o throughput máximo de dados não passa da metade desse valor.
Se você desejar configurar uma rede sem fio, lembre-se de que qualquer pessoa dentro da faixa de transmissão poderá acessá-la facilmente se não forem implementadas medidas de segurança. Portanto, certifique-se de ativar o método de criptografia. Todas as placas WLAN e pontos de acesso suportam a criptografia WEP. Embora ainda não seja completamente segura, ela representa um obstáculo para um invasor em potencial. A criptografia WEP é normalmente adequada para uso particular. A WPA-PSK é ainda melhor, mas não é implementada em pontos de acesso ou roteadores antigos com funcionalidade WLAN. Em alguns dispositivos, o WPA pode ser implementado por meio de uma atualização de firmware. Além disso, o Linux não suporta o WPA em todos os componentes de hardware. Quando esta documentação estava sendo preparada, o WPA funcionava somente com placas que utilizavam chips Atheros, Intel PRO/Wireless ou Prism2/2.5/3. No chip Prism2/2.5/3, o WPA funcionava somente se o driver hostap estivesse em uso (consulte a Seção 22.1.6.2, “Problemas com placas Prism2”). Se o WPA não estiver disponível, é melhor utilizar a criptografia WEP do que nenhum tipo de criptografia. Em empresas com requisitos de segurança avançados, as redes sem fio devem ser operadas somente com WPA.
Se a sua placa WLAN falhar na resposta, verifique se realizou o download do firmware necessário. Consulte a Seção 22.1.1, “Hardware”. Os parágrafos a seguir descrevem alguns problemas conhecidos.
Os laptops modernos normalmente possuem uma placa de rede e uma placa WLAN. Se você configurou ambos os dispositivos com DHCP (designação automática de endereço), poderá encontrar problemas com a resolução de nome e o gateway padrão. Isto fica evidente quando você pode efetuar ping no roteador, mas não pode navegar na Internet. O Banco de Dados de Suporte no endereço http://portal.suse.com apresenta um artigo sobre o assunto. Para encontrar o artigo, digite “DHCP” na caixa de diálogo de pesquisa.
Vários drivers estão disponíveis para dispositivos com chips Prism2. As várias placas funcionam mais ou menos adequadamente com os vários drivers. Com essas placas, a criptografia WPA somente pode ser usada com o driver hostap. Se tal placa não funcionar adequadamente ou não funcionar ou se você desejar usar a criptografia WPA, leia /usr/share/doc/packages/wireless-tools/README.prism2.
O suporte a criptografia WPA é muito novo no SUSE Linux e ainda está em desenvolvimento. Além disso, o YaST não suporta a configuração de todos os métodos de autenticação WPA. Nem todas as placas e drivers LAN suportam a criptografia WPA. Algumas placas precisam de uma atualização do firmware para habilitar a criptografia WPA. Se você deseja usar a criptografia WPA, leia /usr/share/doc/packages/wireless-tools/README.wpa.
As páginas da Internet de Jean Tourrilhes, que desenvolveu as Ferramentas Sem Fio para o Linux, apresentam uma grande variedade de informações sobre dispositivos sem fio. Consulte a página http://www.hpl.hp.com/personal/Jean_Tourrilhes/Linux/Wireless.html.